A empresa tem como meta produzir 30 mil veículos por ano e gerar 1.000 empregos até o final de 2025.
O investimento previsto é de R$ 4 bilhões até 2026, com mais R$ 6 bilhões adicionais até 2032.
A GWM é a primeira empresa a se qualificar no programa de mobilidade verde do governo federal, conhecido como Mover. O objetivo da montadora é que 60% do conteúdo dos veículos produzidos no Brasil seja de origem nacional até 2026, impulsionando a cadeia de autopeças.
O vice-presidente Alckmin destacou que a fábrica irá gerar 700 empregos diretos, com a projeção de chegar a 1.300 no início do próximo ano, além de 10 mil empregos indiretos. O presidente Lula ressaltou a importância de recuperar a venda de carros no país e facilitar o acesso dos trabalhadores ao financiamento.
A nova unidade da GWM ocupa as antigas instalações da Mercedes-Benz, que encerrou suas atividades no local em 2020. A compra da planta pela GWM incluiu o terreno e todos os equipamentos de produção, permitindo que a montadora chinesa iniciasse suas operações rapidamente. A GWM, que é a maior empresa automotiva chinesa de capital 100% privado, já é a quarta maior fabricante global de picapes médias.
Com uma atuação global em mais de 60 países, a GWM planeja focar na produção de plataformas eletrificadas (híbridas, híbridas plug-in e elétricas) e sistemas de conectividade inteligentes na nova fábrica. A vinda da montadora reflete a crescente cooperação entre Brasil e China em setores emergentes, como a economia verde e a indústria digital.
O embaixador chinês, Zhu Qingqiao, destacou que a parceria entre os dois países está se expandindo para áreas de tecnologia e inovação.
Imagem: GWM.
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